segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Avaliação Final

A FEBF encontra - se em recesso forçado por causa da "Gripe suina", mas os trabalhos continuam e após um periódo de turbulência em minha vida por problemas de saúde es me aqui, concluindo o que me cabe. E muito bem graças a Deus.
Está é uma avaliação final conclusiva e sintética pessoal dos trabalhos feitos durante a execução, em aulas, da disciplina: Tendências Atuais no Ensino da Lingua Portugues IA
Dizem que a primeira impressão é a que fica, bem nem sempre, quando iniciei a aula de TAE de Português pensei- Nossa serão três meses de pura repetição, poxa já vi tudo isso em conceitos fundamentais de Português- doce ilusão, realmente os conteúdos abordados são parecidos, mas a forma inovadora proposta pelo docente onde sugeria um blog que serviria de portifólio para a avaliação formativa do discente me surpeendeu. No começo pesei ser "moleza" , mas passado um tempo percebi o esforço que aquela aula me faria fazer. Foi mas que a mera leitura de textos e execução de trabalhinhos interessantes, era um trabalho de tematizações críticas entre teoria, prática e realidade.
Difícil tarefa de sintetizar vários textos e prendizagens nesta postagem, pensei em vários modos, mas o que melhor encontrei foi esboçar nesta postagem final avaliativa as aprendizagens derivadas das aulas da disciplina que agora fazem parte do meu currículo oculto.
Quando me deparei com o texto que relacionava oralidade e escrita de Teberosky fiquei tão impressionada que quase não conseguia escrever o que relamente pensava, mas ai percebi que a escrita não é a reprodução oficial da fala e sim um meio gráfico homogêneo formal para que nos comunicarmos e compreendermos. Eram tantos conceitos novos que até hoje leio e releio aquele texto, digamos que ainda não tematizei completamente.
Bem em relação a minha prática, pensei através dos textos estudados que falavam da aprendizagem na infância, como adequar as escritas deles aos alunos a qual atendo, os carentes e percebi um caminho alternativo para a superação das desigualdades, ou melhor avancei com eles e para eles. Aos meus amigos de classe assustados pude comentar e expor minhas indagações sobre os textos aos que queriam como eu absorver da melhora maneira as informações apresentadas.
As teorias em sala de aula em relação a educação infantil só me acrescentaram, pois como disse na minha apresentação eu venho migrada de um curso de Pedagogia com base na Gestão de Sistemas Educacionais, portanto eu possuia certo receio em trabalhar em sala de aula com crianças, o que a disciplina que frequentei me ajudou a superar digamos em parte, tanto que construir um projeto de pesquisa e enviei ao Encontro Nacional dosd Estudantes de Pedagogia - ENEPe o qual foi aprovado e apresentei recentemente.
En relação as novas ferramentas tecnologicas na aprendizagem, digamos que realmente aprendi muito, ainda não estou cem por cento em matéria de uso das ferramentas do Blog, mas chego lá.
Outra coisa que me impressionava era a persistencia do docente em trabahar com uma turma muitas vezes reticente, cansada da faculdade por "Ns" motivos, mas o que não o deixou esmourecer o professor continuou firme em sua proposta até o final, - e qual professor não terá que ser persistente se quiser que os objetivos iniciais sejam alcançados?
Hoje vejo as coisas de outra maneira, além de enriquecimento teorico obtive enriquecimento pessoal, mas do que aprender as fases de alfabetização de Emilia, enxerguei as limitações dos alunos que o sistema educacional não vê, e aprendi que o trabalho avaliativo se dá de várias formas, mas do que a internção de Formar a intenção dele deve ser guiar a prática docente.
Estou me formando, e que palavra é essa né, parece que me colocaram em uma forma,rsrs.
Mas saio levando comigo a experiência de docentes que enxergam além do sistema excludente, e pensam, como eu, que a realidade é tranformada pelos que dela participam, e que não adianta enxergar os erros, defeitos e problemas é preciso ir além, superar as barreiras e buscar o caminho da educação humanizadora. Sendo assim talvez se alcance a igualdade pelo menos de oportunidades.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

texto 06

Construtivismo

Em meio a tanto fracasso

Podemos mudar o passo

E construir algo melhor,

Melhor para minha vida

Melhor para sua vida

Educando e educador

Hora sou umHora o outro

Ambos sempre em comunhão

Refazendo a contrução

Dia-a-dia sem cessar,

Pois quando acreditamosTudo podemos mudar.

E Vandré já nos dizia:"... Quem sabe faz a hora, não espera acontecer"

Por isso vem,vamos embora

Que a hora é agora

De formarmos cidadãos

Construindo e transformando

E cada dia melhorando,

Somos seres em construção.

de Maria do Carmo Motta

Eu acho que iniciamos a discussão do texto 6 - Aprender a ler e a escrever de Ana Teberosky e Teresa Colomer na aula mas não concluímos, pois todos os textos estão muitos vivos em minha mente, e esse eu precisei reler para publicar essa postagem.

Bom o texto discorre sobre os conflitos que as crianças possuem ao inicia no mundo da leitura e da escrita, este texto complementa o texto 5, da postagem anterior. Tentarei não me repetir.
Antes de adquirir o domínio da leitura e da escrita as crianças constroem conceitos e hipóteses sobre o mundo letrado a sua volta, a mesma diferencia desenhos de escritas e sabem que uma única letra não forma uma palavra, pois possuem a hipótese de quantidade mínima e da variedade interna.
A quantidade mínima as crianças pensam numa palavra e constroem uma regra para escrevê-la, sabendo que a mesma deve possuir no mínimo três letras para se tornar uma palavra.
A variedade interna as crianças compreendem que não podem repetir a mesma letra e para escrever uma palavra.
Ao iniciar as hipóteses sobre o que a escrita representa na fala a criança relaciona primeiramente a palavra a algum substantivo ou nome, mas a mesma reconhece logotipos e marcas e associam a escrita destes a fala. Embora não haja espaços, margens, letra maiúscula e minúscula e separações na fala para continuação na outra linha, é preciso passar para a criança as regras da escrita, pois este é o modo gráfico que nos comunicamos, portanto as regras servem para que possamos ter um padrão de escrita para que a mesma seja compreensível.
Após um período de tematizações da escrita a criança percebe que além de substantivos e nomes, as ações também podem ser representadas pela escrita.
Com base na perspectiva construtivista a autora evidenciar as hipóteses de escrita, para exemplificar os avanços das crianças em relação as suas hipóteses anteriores, com objetivo de evidencia o aprendizado a qual a criança se encontra.
A autora relata as concepções da escrita e a visão que permanece nos dia de hoje de que a os códigos gráficos são as transcrições dons sons da fala, embora haja resistências por partes de profissionais da linguagem a esta concepção, a fala não será valorizada no processo da aprendizagem pois os escritos serão embasados na escrita, como se esta fosse fiel ao enunciado.
Bem sem a intenção de fazer uma resenha, estas foram minhas analises relevantes sobre o texto. Acho de suma importância que os docentes conheçam as dificuldades e aspirações das crianças em processo de alfabetização e letramento, pois assim fica mais fácil conduzir esta fase difícil da criança, a mim é bastante louvável os que se aventuram ao ser o mediador da mesma.
http://www.mundojovem.com.br/poema-professor-6.php

texto 5

Mas um exemplo de como a lingua Portuguesa e muito complexa, imagine para as crianças em fase de alfabetização.
Bom o texto 5 “Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem” e “A interpretação da escrita antes da leitura convencional” de Emilia Ferreiro, discorre sobre as aprendizagens na infância relacionando a construção do conhecimento segundo Piaget a organização e modificação de conceitos.
Para o trabalho com o texto proposto o docente propôs que dividíssemos o texto por tópico e cada grupo apresentaria os conceitos do tópico a qual lhe foi direcionado.
As apresentações discorriam sobre os níveis de aquisição da escrita pelas crianças desenvolvido através de pesquisas por Ferreiro em pré-silábico, silábico e nível alfabético (monossilábico). Durante a explicação dos conceitos dos níveis apresentados acima a autora relaciona os conhecimentos pré existent4es com os conhecimentos novos que são adquiridos pela criança no que ela denomina como tematização.
As crianças formulam hipóteses sobre o que está escrito, pois para as mesmas não há um conceito claro sobre a escrita, mesmo que tematizem diferenciando desenhos de letras, sabem que para se formar uma palavra não se usa apenas uma letra, pois formulam o conceito de quantidade mínima.
Também reconhecem letras de seus nomes em escritas e geralmente pensam está escrito ali seus nomes. De acordo com Ferreiro o desenvolvimento da criança em relação a escrita acontece de forma linear onde a criança conhece as letras, depois pequenas palavras, posteriormente palavras mais complexas e por último aprendem a escrever as orações.
O processo descrito acima não acontece de forma mecânica, ele depende de etapas biopsicomotoras das crianças e das interações que a mesma possui com o mundo da escrita, na família e na sociedade. A autora se remete as idéias sócio-interacionistas de Piaget e Vigogtsky para fundamentar as fases de construção do conhecimento das crianças no que se denomina como construtivismo.
No construtivismo a criança é vista de modo integral e a aprendizagem depende da interação que a mesma estabelece com o agente propulsor da aprendizagem e das relações com o mundo a sua volta, portanto há diferentes ritmos e níveis de aprendizagens entre crianças de uma mesma idade.
Nível Silábico- compreensão da criança que as escritas se relacionam ao som das palavras;
Nível Pré-Silábico – as crianças formulam a hipótese de quantidade mínioma para a formação de uma palavra não relacionando as letras com o som.
Nível Silábico Alfabético - Compreensão da escrita como representação da fala.
Nível alfabético- a criança entende que se escreve usando as letras do alfabeto, que cada letra representa um som da fala e que juntando as letras formamos sílabas que juntas formam as palavras, assim inicia a comparação fonética entre pronuncia e escrita.
Portanto conclui-se que as crianças desde cedo devem ser apresentadas a diferentes tipos de escritas (livros, quadrinhos, cartas listas e etc...) para que desenvolva melhor sua aquisição da escrita e leitura, durante o processo de alfabetização e letramento.
http://www.monica.com.br/comics/escola/pag5.htm

Oralidade e Escrita, exercício reflexivo

Bem antes de mas nada, quero explicar que esta foi uma proposta do professor Ivanildo, no dia 16 de maio, onde deveriamos responder a algumas questões com base no texto "Oralidade e Escrita" após a analise dos companheiros de turma sobre nossas respostas deveriamos sintetizar, de forma a construir um texto coerente, as respostas dadas as questões e posteriormente publica- lás no BLOG, então cá esstou eu a executar minha missaõ, rsrsrs.
De acordo com Fávero, a atividade conversacional se caracteriza pela interação entre interlocutores através da relação dialógica, sempre com um assunto que motiva a interação. A atividade conversacional acontece em turnos e possui uma organização, uma sistematização da fala. A organização conversacional é garantida pelas variáveis que a compõem.
A variável tópico ou assunto é o que podemos dizer que seja o motivador da interação conversacional; a Orientação da conversa também é dirigida pelo tipo de situação, o contexto no qual a conversa está inserida,onde se estabelece a conversa e ainda define que as formas de uso da fala;os papéis dos participantes se refere ao papel de interlocutor e o que ouve;o modo do discurso que depende do grau de relação dos participantes sendo falas formais ou informais; e o meio que, ou seja o que o canal de comunicação,como telefone etc...
O texto falado possui características supõe a interação de pelo menos duas pessoas com o objetivo comum , que seria de se comunicar oralmente, há orrência de pelo menos uma troca de falantes,que caracteriza o diálogo participativo dos dois falantes ,enquanto um fala o outro deve escutar e assim sucessivamente para que haja espaço para as expressões dos indivíduos envolvidos.
O texto oral possui uma sequência de ações coordenadas, onde a organização do diálogo garante a execução assunto. Há várias tipos de ações como durante a fala/texto pausas, interrupções,etc. e é executado em um determinado tempo com um foco que mantém a atividade conversacional.
Há ainda na fala os níveis que à estruturam em locais e globais. O nível global é aquele no qual a conversa se estabelece com o revezamento dos interlocutores, quando um fala o outro escuta.Ocorre de forma organizada,formalmente.Esse tipo de fala se prorroga,se estende. Já no nível local ,a formulação textual abrange a informalidade,onde a conversa é rápida,corre.Pode haver atropelos nas falas,nas palavras.
O falante conduz os tópicos a fim de favorecer a concentração, o foco no assunto da conversa evitando a dispersão para outro assunto. O texto falado,bem como o texto escrito,para constituir a textualidade, necessita de alguns fatores: a coesão e a coerência que possuem especificidades. Os recursos coesivos apontados pelas autoras são a coesão referencial que é caracterizado pela repetição de alguns itens léxicos pelo interlocutor onde garante a coesão na continuação dos turnos e tópicos, já a coesão recorrencial é definida pela presença de paráfrase, complementação da fala do outros, como elemento coesivo do texto conversacional, a continuidade do turno.
A estruturação do texto falado possuía quatro elementos básicos: Turno, Tópico discursivo, Marcadores conversacionais e Par Adjacente, que contribuem para a sua estruturação.
O turno, onde há um revezamento da vez da fala entre os falantes , podendo haver sobreposições de falas que dará seqüência a conversa.
O tópico discursivo, pressupões que haja um acordo entre os interlocutores onde a conversação será estruturada e estabelecida por meio de marcas lingüísticas, o mesmo apresenta três propriedades a centração, falar-se acerca de alguma coisa, implicando a utilização de referentes explícitos ou inferíveis, quando o interlocutor se remete a uma outra fala já dita, ou algum conhecimento que não tenha sido expressado de forma explicita mas as marcações na fala o remetem; a organicidade está estabelecida em dois planos o seqüencial –linear- e o hierárquico – distribuição vertical-; na delimitação local há as marcações de texto que organizam seu desenvolvimento não evidenciado, como inicio, meio e fim, também pode ser caracterizado pelas marcações conversacionais e os segmentos como o supertópico (tema central), tópicos co-constituintes (temas derivados do tema central) e de subtópicos ( itens relacionados aos tópicos co-constituintes e o tema central) estabelecendo a relação de interdependência entre eles com marcas no texto que expressam a continuidade ou a descontinuidade do tópico em questão.
Assim a condução do Tópico discursivo é imprescindível, pois ainda há marcadores facultativos, que determinada a mudança ou continua o tópico, e os marcadores multifuncionais que servem como continuadores ou dispersores do tópico em questão.
Os marcadores conversacionais, marcam os elementos interacionais que designa não só elementos verbais,mas também prosódicos e não verbais, divididos em: marcador simples ,uma só palavra; marcador composto, apresenta um caráter sintagmático; marcador oracional , “corresponde a pequenas orações que se apresentam nos diversos tempos e formas verbais”; marcador prosódico , “associa-se a algum marcador verbal, mas realiza-se por meio de recursos prosódicos” .
O Par adjacente é um elemento básico da interação caracterizado por “pergunta-resposta, convite-aceitação ou recusa, pedido - concordância ou recusa, saudação- saudação”, sua ocorrência serve para organizar localmente a conversação.
Referencias Bibliograficas Fávero, Leonor Lopes . Oralidade e escrita: perspectiva para o ensino de língua materna/ Leonor Lopes Fávero, Maria Lúcia da Cunha V. de Oliveira Andrade, Zilda Gaspar Oliveira de Aquino. _6. ed. SP: Cortez, 2007.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Avaliação Formativa

Bem chegando ao fim do semestre esta publicação é muito pertinente. Não havia publicado a mensagem antes mas não foi intencional de publicá - la agora perto das avaliações... rsrsrs
Segundo a LDB, sobre a avaliação na Educação Inantil: “(...) a avaliação far-se-á mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental”. Artigo 31 da LDB 9394/96
Dito isto, quero expor aqui minhas impressões sobre a avaliação formativa. Mesmo não sendo um avaliação tradicional, ainda temos uma questão a se refletir sobre esta prática avaliativa: é uma avaliação, e vivendo no sistema capitalista meritocráta, individualista, competitivista e
excludente, se torna dificil a tarefa de avaliar formativamente, para melhor entendimento, vamos esclarecer alguns principios da avaliação formativa.
Segundo Hadji(2001), a avaliação formativa é um projeto educativo especifico, a mesma favorece a aprendizagem daqueles que aprendem, mas também orienta o professor sobre os resultados e efeitos do seu trabalho educativo, tendo como objetivo otimizar resultados de ambos.
A autora Linda (caput de Hadji, 2001) define os três elementos em que deve estar sustentada esta pratica avaliativa, a mesma diz que devemos coletar as informações para identificar as dificuldades e progressos dos alunos, interpretar os dados para organizar um diagnostico e através da observação dos dois adaptar as atividades de ensino/aprendizagem levando em conta aspectos individuais dos alunos.
Sendo assim, quando avaliamos nos espaços educacionais tencionamos verificar quais foram os resultados decorrentes do trabalho pedagógico na aquisição da aprendizagem, mas além da aprendizagem também avaliamos nossos métodos de ensino, ou seja de transmissão/criação de conhecimentos.
Mas os pais, as secretárias de educação e a sociedade ainda querem a avaliação quantitativa, aquela que se coloca o aluno em uma escala de 0 a 10, e dizemos qual foi seu resultado, talvez por isso Hadiji nos diz: "... a avaliação formativa sempre terá uma dimensão útopica."
Contudo acredito que podemos trabalhar em uma prática que não seja excludentes, e que dê a oportunidade de trabalharmos as realidades sociais coletivas e individuais na avaliação, só assim estaremos de fato tornando - as formativas, pois ela deverá ir além da execução de trabalhinhos expostos para a sociedade, e sim de garantia de autonomia para o aluno construir seu conhecimento o que lhe ajudará em qualquer fase de sua vida.
ARAÚJO, Ivanildo Amaro. Cosntruindo o Portifólio Eletronico, UERJ 2009
Brasil, Mec - Lei das Diretrizes e Bases (LDB) 9394/96

quarta-feira, 24 de junho de 2009

MUDANÇAS

Boa tarde pessoal, analisem as fotos abaixo:
As aulas dos dias 09 e 16 foram utilizadas para conferencias dos blogs, cada aluno deveria expor suas impressões sobre os blogs e também avaliar sua progressão na disciplina T.A.E de Português I.a através das publicações realizadas. Pois bem, no que pude observar as pessoas tinham um certo receio sobre o blog, pois tudo o que é novo nos é estranho e trabalhoso, mas durante as falas sobre o mesmo, percebi certos avanços dos alunos em relação as concepções sobre avaliação formativa, apesar de alguns ainda não fazerem essa ponte, mas estão caminhando.
Ao meu ver, como minha turma está misturada com alunos concluintes migrados de outros cursos de Pedagogia da FEBF em fase de extinção, achei as pessoas um pouco desesperadas, pois não há como negar que os últimos periódos são trabalhosos por "n" fatores. Mas ai vai minha avaliação, como aluna migrada do curso de multi-habilitação para licenciatura plena, achei muito pertinente não só o modo como está se dando a avaliação na disciplina, mas também como estou re-significando conceitos e concepções sobe a infância, pois pra mim ela é a base de qualquer educação, pois através da mesma é que iremos direcionar o futuro das crianças.
Pois bem, na Semana da Pedagogia, um palestraste disse :"As crianças que estudaram vão para o CAP da UERJ, as que não estudaram vão para o DEGASE".
Que conteúdos e realidades estamos priorizando para que tal fala seja realidade, cabe a nós profissionais da educação deixar de pensar que o problema é do aluno, pois a sociedade é que os permite alçarem voos ou quedas, mas uma coisa é certa, não há de ser eu enquanto profissional da educação que vou dizer o lugar da criança na sociedade, cabe a mim mostra a elas que existem vários lugares e que estamos com elas para ajuda - las a chegarem onde almejam, e se não almejam que incentivamos as mesmas a almejarem.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Contextos de Alfabetização na aula (Aulas de 26/05 e 02/06)

Olá pessoal, hoje conversaremos sobre as reflexões das aulas de 26/05 e 02/06, como as duas foram orientadas pelo texto:"Contextos de alfabetização na aula", de Ana Teberosky e Núria Ribera, penso que as duas aulas se complementam.

Percebe -se que as crianças agem com uma intenção prévia, portanto as tarefas mesmo que pareçam "brincadeiras" também devem conter essas intenções que devem ser compartilhadas com as crianças.

Bem é fato que hoje em dia se aceite a ideia que o aluno já traz um conhecimento a priore que deve ser usado na alfabetização das crianças, mas ao mesmo tempo que existem esses conhecimentos anteriores a alfabetização das crianças deve haver também um conhecimento a priore do professor de como utilizar de forma contextualizada tais conhecimentos no processo de alfabetização das crianças. Assim o texto traz a luz algumas situações cotidianas da vida escolar que deve ser o ponto de partida do educador para iniciar qualquer tarefa de alfabetização, para que a mesma possa ter relevância para as crianças.

Na primeira aula do dia 26/05 me deparei com esse texto, que já havia trabalhado de forma aligeirada em outra oportunidade acadêmica, mas não me recordava bem de seu conteúdo, e como não havia lido o mesmo antes, confesso que fiquei meio perdida. Com o passar da aula e das pausas do docente para exemplificação de alguns parágrafos do texto fui contextualizando o mesmo com outros conhecimentos acadêmicos já adquiridos e com práticas educacionais vivida. No segundo momento na aula do dia 02/06 como já havia lido o texto pude aproveita - lo melhor, ao ponto que íamos lendo, refletindo e contextualizando os parágrafos lembrei das práticas educacionais que fui submetida na minha vida escolar, e percebi que realmente a escola como está, não todas, ao invés de estimular as crianças para a aprendizagem acabam por desestimulando essa vontade que os mesmos trazem ao iniciar sua educação formal.
TEBEROSKY, Ana. GALLART, Marta Soller. et. all. Contextos de alfabetização inicial. Porto Alegre: Artmed, 2004)